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Ainda há muito o que fazer: a morte tem que esperar

por Filipe Manzoni

Sinopse

Neste instigante ensaio, o escritor e doutor Filipe Manzoni faz uma análise profunda, crítica e, ao mesmo tempo, apaixonante das obras destes dois grandes poetas da literatura brasileira.

Trata-se de uma análise ousada e inovadora das poéticas de Caio Meira e Paulo Henriques Britto, que desafia os modelos convencionais de leitura e comparação. O autor propõe uma abordagem que não busca entender as obras de forma isolada ou por meio de uma comparação tradicional, mas sim investigar o que emerge quando essas duas vozes poéticas, aparentemente distantes, são colocadas em diálogo.

A obra não visa criar uma síntese entre os dois autores, mas explorar as potencialidades do que surge no contato entre suas produções, questionando os limites da linguagem, do humor, da utopia e do cotidiano. Com um itinerário que atravessa textos de ambos os poetas, o livro explora suas obras através de lentes teóricas, incluindo conceitos de filosofia crítica, como os de Ernst Bloch, Giorgio Agamben e Jacques Derrida. Em uma leitura que reflete a dispersão e a complexidade da poesia
contemporânea, o autor nos conduz por um percurso não linear, onde a poesia de Caio Meira e Paulo Henriques Britto se torna finalmente inseparável.

Filipe Manzoni cria um convite para desestabilizar as certezas sobre a poesia de cada autor, propondo uma reflexão profunda sobre as possibilidades de leitura que surgem quando suas obras se cruzam, sem jamais se pretender encerrar ou fechar esse diálogo.

Ficha Técnica

Editora
Rubra
Ano de Publicação
2025
Número de Páginas
352
ISBN
9786598693503
Dimensões
14 x 2 x 21 cm
Peso
N/A
Preço sugerido R$ 50,00